A tecnologia está sempre evoluindo e transformando simples aparelhos em equipamentos incríveis que realizam tarefas sonhadas, ou jamais imaginadas.
Nesse momento histórico mundial, onde uma guerra biológica covarde obriga a população de todos os continentes a repensarem suas vidas, como você está se comportando?
A vida nos traz gratas surpresas. Minha timidez era tão grande que ficava muito evidente na minha postura com uma cifose beeeem acentuada (corcunda).
No Brasil, de norte a sul, existem grupos voluntários de ciclistas que se organizam para proporcionar às pessoas com qualquer tipo de deficiência, a oportunidade de pedalar através de bicicletas adaptadas ou não.
A vida toda sofri preconceito e bullying (antigamente, não se usava esse nome no Brasil), por eu ser diferente. Quase sempre a mais alta dos colegas da rua e da escola, com mãos e pés grandes por ser muito alta, super magra.
Para alguns autores, nas últimas décadas, a Neurociência se transformou em Neurociências por ser interdisciplinar. São estudadas por profissionais da área de psicologia, medicina, ciência da computação, linguística, educação e muitas outras.
Em dezembro de 2018, quando li para este ex-aluno a forma como eu vejo e participo de parte da história da vida dele, Leo ficou emocionado com a narrativa, me pediu para revelar seu nome e postar sua foto aqui no site. Assim, farei.
Esta história de Sucesso de Inclusão em uma escola comum me foi enviada por uma amiga querida, leitora assídua deste site. Ela vivenciou a experiência abaixo com um familiar.
Diante da alegria alcançada, me disse que gostaria de compartilhar sua história conosco para tentar contribuir com nossos leitores.
Ao longo destes mais de 20 anos convivendo com meus alunos e seus familiares, observei e observo inúmeras situações da história de todos eles que costumam ser comuns. Por este motivo, usarei este espaço para postar orientações baseadas nos depoimentos dos responsáveis de quem me rodeia.
No meu primeiro dia de trabalho nesta escola especializada, ao ser apresentada às turmas, um aluno adulto me perguntou: "Sua mãe sabe que você vai trabalhar aqui?".
Respondi que sim. E ele voltou a me perguntar: "E o que ela pensa de você trabalhar com gente igual a gente? Ela não achou ruim?"
Durante palestras e no meu dia a dia, alguns professores, estagiários e colegas de empresas me perguntam quais orientações posso sugerir para quando eles começarem a atender/trabalhar com pessoas com deficiência.
Alcancei inúmeros objetivos de vida. Por exemplo, aos 10 anos de idade, decidi que faria Educação Física, e aos 20 anos estava com meu Diploma nas mãos. Com essa experiência de vida, mais inúmeros cursos, em 2017, iniciei os trabalhos de Gestão de Projetos com clientes que sentem dificuldades de planejar e alcançar seus objetivos.
Um dos objetivos deste site é tentar orientar e esclarecer diferentes públicos sobre a forma de ser, pensar e viver da pessoa com deficiência. Seus potenciais e suas qualidades.
Todo ser humano tem o direito de desfrutar de condições necessárias para o desenvolvimento de suas potencialidades. As particularidades de cada um devem ser respeitas e as diferenças devem ser enaltecidas e não motivo de discriminação.
Ser amigo de um cadeirante é compreender, de fato, que o mundo possui muito mais desafios do que imaginamos.
Tecnologia Assistiva é todo o arsenal de Recursos e Serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com deficiência...
A dificuldade mais citada pelos profissionais brasileiros foi a necessidade de reduzir o número de horas trabalhadas por dia devido às dificuldades de acesso.
Os filmes sempre nos trazem reflexões importantes e são mais interessantes ainda, quando o tema abordado consegue nos sensibilizar para a construção de um mundo melhor.
A relação de Práticas Integrativas e Complementares, ou Terapias Integrativas (PICS) oferecida pelo SUS foi ampliada para 29 técnicas no total.
Existem diversas formas de participar de eventos esportivos paralímpicos, que podem ser de caráter participativo ou competitivo.
Esta história tem alguns diferenciais em relação à primeira. A começar pela idade em que o aluno S.M.J. despertou interesse para a alfabetização... aos 21 anos.
Na década de 1990, trabalhei com uma aluna com deficiência intelectual, D.M.O., que não conseguia ser alfabetizada e sempre me perguntava: "Sandra, por que não consigo ler e escrever?"